Antigamente, existia a comum opinião dos doutos, que formavam o sinédrio, em Israel, o Direito Romano, dentre outras áreas do conhecimento.
Depois de Issac Newton, Kant e Einstein e outros homens de saber monstruoso, a opinião deixou de ter importância no conhecimento e passou a ser terreno exclusivo dos jornalistas, formadores e deformadores da opinião pública . Isso é a cabeça da besta pensando, pois a opinião pública não existe, é um implante colocado na cabeça vazia das pessoas vulgares, os medíocres, que emitem, repetem opiniões e interesses alheios. É a nova era da besta pensante pela opinião alheia, estranha, que eles sequer conhecem e nem sabem com que fins políticos, econômicos são emitidas pelas pobres almas de jornalistas limitados e bem pagos para serem limitados, cada vez mais limitados pelo poderio do dinheiro que o paga e prende na cadeia da estupidez generalizada. Aliás, eles, esses infelizes jornalistas, são pagos para alienar a população; e o fazem espontaneamente porque já estão alienados desde antes de saírem das faculdades de estupidez que grassam por aí com nomes pomposos.
A ciência seguiu o caminho que lhe impôs os interesses do estado ( o Estado de Direito é o legítimo representante dos direitos vitalícios dos reis, embora a pele de cordeiro diz no eufemismo da fábula que servem a besta do povo, que está supostamente na sombra do comando, mas não manda em nada, somente obedece infantilmente).
A ciência não permite a opinião dos cientistas, diz que isso não é objetivo; a ciência, na esteira do estado, promove por todo lado a derrocada do subjetivismo ao por no altar de adoração idólatra a objetividade, algo irreal, uma mera ficção. Os cientistas continuam a emitir suas opiniões; porém agora estão sob a égide de provas produzidas nas instituições ( os currais mentais do estado) e essas opiniões somente são validadas pelos jornalistas na mídia e pelas instituições estatais, para estatais e privadas que se mostrem fortes o bastante em poder de mídia e dinheiro para impor suas provas à mídia e ao homem comum, o singelo cego perdido no tiroteio.
O que vale são as opiniões provadas com a mais elaborada e sofisticada tecnologia de ponta pelas instituições que detém o poder ou que tenham em sua sombra a eminência parda de alguns milhões ou bilhões para serem gastos em pesquisas, fato que por si só já valida mais da metade das provas a serem produzidas, conforme o ritmo dos interesses e dos bilhões de dólares investidos em tecnologia e teorias de dominação comprovadas dentre dos cânones científicos e impossíveis de serem contestados por qualquer leigo (leia-se no lugar de leigo: ignorante, burro, vagabundo, leviano, idiota, presunçoso, pobre, "fora daqui cão sarnento!", bobalhão, etc. A palavra vem da igreja, que já assim afastara a opinião dos leigos em qualquer assunto de fé e de teologia, bem como os podia colocar a cozinhar nos processos da Inquisição ou na fogueira ardente acesa para bruxas e heréticos, ou seja, para quem ousava, temerariamente, emitir qualquer opinião que contrastasse infimamente o pensamentos dos santos inquisidores, que tudo sabiam e previam. E ai de Deus se discordasse, se existisse!!! Que fosse cuidar do céu! que da terra cuidavam as autoridades divinas eclesiásticas)).
A ciência atual entrou no mesmo caminho com melhor teatro e fogueiras metafóricas acesas nas palavras. A palavra "leigo" é uma das fogueiras metafóricas. Existem milhares deles sob outras formas psicológicas, pedagógicas, políticas, literárias, ritualísticas, etc. A palavra "leigo" é pejorativa e dita para humilhar, menosprezar, criar óbice a credibilidade de quem ouse saber e ser livre, ao invés de estar asilado dentre os aleijados das instituições.
Hoje não é o homem mais quem emite qualquer opinião, mas somente a ciência : isso é o que se chama pomposamente, no sistema de Hegel, a dialética, de alienação, ou seja, as idéias dos homens não são mais oriundas de seres humanos pensantes e opinantes, porém vem da autoridade de uma instituição científica, religiosa, pedagógica, política, financeira. econômica, etc., que dirigem a vida dos homens, que os obriga a pensar consoante provou irrefutavelmente as instituições as suas opiniões que devem ser obedecidas por todos como leis mentais, assim como a natureza "obedece" as leis observadas pela perspicácia genial do filósofo natural inglês Issac Newton, que enuncia as três leis fundamentais da física com uma precisão assustadora e constrói as bases da engenharia moderna (já havia a engenharia antiga fundada em outras leis, ou talvez nas mesmas leis, mas não teve sua enunciação comprovada em nenhum livro, mesmo porque muitos livros antigos foram queimados ).
O que o homem pensa e " vende" (aliena) fica preso nas instituições, que usa desse pensamento para se enriquecer e manter o sempiterno poder dos reis que dominam a terra desde sempre. A alienação de que falavam os filósofos Hegel e Marx é útil há milênios para manter o ser humano na escravidão e na ignorância dessa escravidão que começa dentro dp seu próprio cérebro, nas sinapses que lêem mal, aprendem apenas de memória e não produzem de si nenhum pensamento de origem, mas apenas repetem na língua do papagaio a dizer o que nem sabe o que está sendo dito e ouvido.
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
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